Como que tu deixa algo desaparecer da tua vida?
Vejo que muitas vezes, insistimos, e continuamos a acreditar no que ja nao existe, ja nao é realidade, e ja nao vive mais. É mais bem putrefacto.
É um marasmo, como viver com um morto, ter que fazer todas as partes do dia a dia, para poder acreditar em uma interação. Parece um corpo sem vida, de algo que antes queimava em vida, em opiniões, em coisas, que contar que ouvir.
É um segundo plano insuportável. E sim, eu te queria aqui. Mas não. Aqui não estavas, nas tantas vezes que eu precisei.
E ainda quando cá estás, nao existe, nao sinto, nao vejo. E começo pouco a pouco a aceitar que ja não fazes mais parte disso.
O que me deixa profundamente, triste.
Mas não, não vou mais brigar.
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